Como nasceu a Jornada
Patrícia concluiu a licenciatura em Matemática, mas não seguiu a docência. Por volta dos 24 anos, iniciou trajetória nas terapias orientais, especialmente com Reiki japonês, e começou a atender como terapeuta alternativa.
Nos primeiros meses de atuação, viveu uma experiência simbólica que se tornou um marco de origem para aquilo que, anos depois, receberia o nome de Jornada.
Durante o atendimento de uma mulher profundamente desvitalizada, Patrícia percebeu a imagem de um
cano que representava a vida daquela mulher. O cano estava rachado. Por dentro corria água limpa,
viva e pura - mas ela se perdia pelas rachaduras. Havia vida. Havia força.
O que faltava era uma estrutura capaz de conter e direcionar aquela vitalidade.
Uma metodologia que também foi vivida
A busca não foi apenas teórica. Patrícia relata uma história atravessada por experiências difíceis e situações de abuso. Ao longo de aproximadamente dez anos de atuação profissional, especialmente com mulheres, o estudo e o próprio processo interno amadureceram uma pergunta: como ajudar uma mulher a recuperar estrutura suficiente para que a força que existe dentro dela não continue sendo perdida, delegada ou anulada?
Do cano rachado ao vaso
Nos materiais atuais, o vaso ocupa o centro da metodologia. Sem afirmar que ele foi conscientemente criado a partir da primeira imagem, existe uma continuidade simbólica: a água precisa de um recipiente. O vaso representa o desenvolvimento de estrutura interna capaz de sustentar emoções, silêncios, tensões, contradições e mudanças sem que a mulher precise imediatamente fugir, congelar, projetar ou entregar ao outro toda a função de regulá-la.
A condução da Jornada é feita com responsabilidade, clareza e respeito ao tempo de cada mulher.
Sem invasões. Sem interpretações impostas. Sem dependência.
A própria criação do projeto rompe a ideia de que uma mulher precisa dar conta de tudo sozinha. A primeira fase nasceu com quatro mulheres; hoje, a Jornada é sustentada por um núcleo de três. O valor dessa composição não está apenas nos currículos, mas na complementaridade dos olhares.
Patricia Bodini
Origem do projeto, experiência terapêutica, leitura simbólica e construção metodológica. Sua trajetória conecta terapias orientais, experiência vivida, Psicologia Analítica e cerca de uma década de trabalho com mulheres.
Pós-graduada em Psicologia Analítica Junguiana
Pós-graduação em Psicologia Analítica Junguiana – Perspectiva Multidisciplinar
Formação em Psicologia Junguiana pelo IJEP e Instituto Freedom
Formação em Acupuntura e Terapias Orientais
Graduada em Licenciatura em Matemática
Formação ativa na Escola do Inconsciente
Atua há mais de 10 anos na área como Terapeuta.
Seu trabalho é marcado por um olhar profundo e humano,
com uma sinceridade gentil que sustenta o processo de cada mulher com responsabilidade.
Não conduz a partir de imposições — mas da capacidade de enxergar o que precisa ser visto,
no tempo de cada uma.
Idealizadora
Daiane Baldo
Transforma em símbolo, imagem e linguagem aquilo que muitas pessoas sentem sem conseguir nomear, ajudando a profundidade do projeto a ganhar forma comunicável.
Formada em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda
Pós-graduada em Ciências Humanas (Sociologia, História e Filosofia)
Pós-graduada em Psicologia Junguiana
Terapeuta Junguiana
Formação em Filosofias Orientais (em andamento)
Formação ativa na Escola do Inconsciente
Daiane atravessa, há mais de 12 anos, o próprio processo de autoconhecimento — sendo 5 deles dentro da psicologia junguiana.
Sua presença na Jornada é de sustentação. Ela não fala apenas do que estudou, mas do que viveu.
E por isso, consegue apoiar outras mulheres com profundidade, respeitando o tempo e a travessia de cada uma.
Apoiadora
ApoiadoraTalita Ferranti
Mantém a Jornada conectada ao corpo, ao cuidado, à presença, à beleza e à expressão da transformação no mundo, com sensibilidade para perceber além do óbvio
Graduada em Estética e Cosmética
Graduada em Biomedicina (habilitação em Estética)
Terapeuta Capilar
Formação em Filosofias Orientais (em andamento)
Talita vive seu processo terapêutico junguiano há 5 anos, aprofundando sua sensibilidade e compreensão sobre o feminino.
Sua força está na leveza. No olhar atento, no bom humor e na capacidade de acolher sem peso —
mesmo quando o processo pede profundidade.
Por estar em contato constante com outras mulheres, traz para a Jornada uma percepção prática e sensível sobre os desafios reais do dia a dia.
Aqui você vai lembrar
de coisas que você
sempre soube…
mas nunca conseguiu sustentar com clareza.